Postado por Kazuki. , segunda-feira, 7 de maio de 2012 19:25

Obrigado por me destruir.

Mas lembre-se, o que se destrói se reconstrói, e ainda mais forte.


Postado por Kazuki. , sábado, 5 de maio de 2012 11:22



E independente do que eu passe, viva ou sinta em momentos diversos, tudo volta à você. Porquê simplesmente não dá pra não pensar?

Get out of my mind. .-.

Ócio

Postado por Kazuki. , sábado, 17 de março de 2012 09:32


Estou só. Pesa quando se fala assim, mas é verdade. E agora percebo que a coisa que eu menos gostava ou suportava não era o desprezo, e sim a solidão. Mas é um status tão fácil de se conviver ou de não se deixar levar, porém é o que é mais amargo. É algo que chega a doer e te fazer repensar nos motivos que te levam à tudo. Sinto falta de uma época em que pensava que tudo era ótimo, ou que me iludia com isso. A época em que eu falava mais 'tanto faz' e me importava menos. Cause the life's too short to even care at all. Talvez essa época seja um fruto do que eu gostaria que tivesse sido, ou talvez tenha sido dessa forma mesmo, mas simplesmente a queria nesse momento. A queria só pra ter um sentimento de conforto e paz, pra ver se as coisas poderiam ser mais tranquilas e simples. Sim, eu complico as coisas. E elas permanecem da mesma forma, porquê ninguém conseguem descomplicá-las. Talvez já tenham conseguido em algum momento, talvez não. E enquanto a semana passa, daquela forma mecanica de ser, voce não consegue parar para avaliar tudo, e agora consigo chegar a uma conclusão: as máscaras estão de volta. Minha vontade de tentar está esgotando, gostaria que o ócio me dominasse mais para que eu não conseguisse pensar mais. "

Com aspas para que haja o fim, eu quero o fim, eu não quero mais viver dentro desse mesmo diálogo. Eu quero ser eu. Eis o fim.

Postado por Kazuki. , terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 15:25

Aquilo tipo de coisa que voce escreve atoa, apenas por ser o dia ideal, ou achar que é.
Dia que aconteceram, ou não aconteceram, coisas. Coisas de vida, coisas superfúlas.
Aquele tipo de dia que enquanto voce anda, voce pensa, e pensa, e pensa..
Que para pra comprar algo que possa te ajudar, ou te atrapalhar, mas pra ter algo nas mãos.
E quando está suas mãos voce sente o seu gosto amargo, talvez não só esse determinado gosto amargo;
Mas tambem aquele amargo que está em você, o amargo da vida, o amargo da verdade.
E com isso perceber o quão amargo as coisas tem sido, talvez há algum tempo, talvez há alguns minutos, mas simplesmente o é.
O estranho de estar no amargo é que o peito repuxa, sabe? Aquele repuxo que te suga, ou quer sugar.
Ele quer sugar o que sobrou, o que voce ainda acha ter, talvez não o tenha, talvez sim.
O engraçado de não falar sobre, é achar que essas determinadas coisas não estejam presentes, talvez até não estejam, mas digamos que sim.
E o mundo parece tão mais devagar sobre um olhar amargo, um momento amargo. "Talvez a lua possa ajudar", é fácil pensar.
Mas não, não ajuda.
E da mesma forma que isso surge no dia ideal - ou não ideal - ele some. Tão rápido e fluente. E no fim vai sobrar a normalidade, ou talvez não sobre nada.
E sim, é fácil se perder na dualidade, mas a certeza é algo tão incerto que vai entender né?
E no fim fica só a frase daquela determinada música "Listen the train..








~Sem aspas para que não haja final.

Tempo.~

Postado por Kazuki. , quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 08:17

-

Gosto de simplesmente vir aqui as vezes e perceber o quanto as coisas mudam. São tantas incertezas que vagueiam na mente que gostariam de ser respondidas, que quando páro para olhar o passado percebo que são as mesmas de hoje. O que reina agora não é mais a esperança, e sim o cansaço.
Aquele veeeelho cansaço de tentar sempre e não obter resposta, de tentar viver situações em conjunto e que no final quem 'vive' é apenas você. Cansaço de desgastes.
O que vale reassaltar é essa questão de desgastes. O fluxo que já vivo me deixa em uma situação de auto-resposta, e na maioria das vezes há algo à ser relevado, e de tanto relevar voce se acumula ou vai se perdendo. Eu me perco, e ninguém irá me encontrar. Frases fechadas são dificéis de se lidar, não acha? pois é.
O que gosto na escrita é o tanto que ela me leva, neste instante não sei mais o que escrevi no inicio, e nem quero ler, retifico que é verdade (Pois está saindo do coração), mas não há mais expectativas. É só escrita, por escrita, e por assim vai.

Frases clichês me enojam, mas para fazer sentido teria que usar uma, aquela bem básica sobre o botão RESTART. Só pra reiniciar os pensamentos, a vida, a postura, o jeito, .. tudo.

E o que me encanta também, é que não procuro em álguem forças para ser o que sou, sou assim por mim, e o continuarei sendo. Não vou me adaptar (Obrigado Titãs, Nando Reis -qqq).




Deixe Estar.~.~.

Postado por Kazuki. , segunda-feira, 25 de outubro de 2010 17:17

[...] Sinto-me tão cansada que o desejo de ali deixar minhas proprias palavras torna-se cada vez mais forte.
"Voce não tem esse direito" dizem elas, "você é responsável por nós, devemos a voce nosso nascimento; foi voce que, reunindo-nos deste modo, colocou-nos nesta situação. Não nos agrada sermos lidas por quem quer que seja, pois voce escreveu apenas para si mesma. Fomos testemunhas de suas lágrimas, algumas de nós ainda guardam lembraça delas, outras foram parcialmente apagadas. Proporcionamos também a voce alegria, mesmo quando, por vezes, nos utilizava inadequadamente ou nos obrigava a alguma bizarra contorção devido a uma ortografia um pouco fantasiosa.
Graças a nós, voce poderá exprimir a beleza deste dia e o sofrimento, o medo, a vergonha que está passando neste momento. Nós a consolaremos. Pos escrever, por mais dificil que seja, a levará, se não ao sucesso, pelo menos à paz consigo mesma. Este será possivelmente seu unico meio de comunicação com os outros, levando-os a compreendê-la e amá-la como voce é. Voce encontrará sua propria verdade no ato de escrever, mesmo se, diante da folha branca, não veja senão aopacidade do papel e a nebulosidade de seu pensamento. [...]

O Diário Roubado - Régine Deforges - Pagina 89

Postado por Kazuki. , quinta-feira, 2 de setembro de 2010 18:28

Dez soldadinhos saem para jantar, a fome os move;
Um deles se engasgou, e então sobraram nove.

Nove soldadinhos acordados até tarde, mas nenhum está afoito;
Um deles dormiu demais, e então sobraram oito.

Oito soldadinhos vão a Devon passear e comprar chiclete;
Um não quis mais voltar, e então sobraram sete.

Sete soldadidinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles cortou-seu a meio, e então sobraram seis.

Seis soldadinhos com a colmeia, brincando com o afinco;
A abelha pica um, e então sobraram cinco.

Cinco soldadinhos vão ao tribunal, ver julgar o fato;
Um ficou em apuros, e então sobraram quatro.

Quatro soldadinhos vão ao mar; um não teve vez,
Foi engolido pelo arenque defumado, e então sobraram três.

Três soldadinhos passeando no zoo, vendo leões e bois,
O Urso abraçou um, e então sobraram dois.

Dois soldadinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então sobrou só um.

Um soldadinho fica sozinho, só resta um;
Ele se enforcou, E não sobrou nenhum.


Tive que postar esse poeminha aqui, marcou bastante, obrigado voce, que me apresentou a história. ♥